O texto que agora sai
que você vê de começo previsível
Na verdade é um texto incrível
que quase em nenhuma cabeça
poderá caber
E sem saber, o texto sai
Te revela a razão
E te tira os óculos que te cegam do pensar
E esse texto queria conversar com você
e te perguntar quem é
Mas por tão soberano,
ele te impõe que leia
E a conversa fica por conta dos seus pensamentos
Sozinhos
Que pra sanarem os papos
Vão sentir saudades disso
E assim nasce um novo texto
quinta-feira, 30 de dezembro de 2010
domingo, 19 de dezembro de 2010
O que oprime e molesta

Já não é mais tão bonita
Nem colorida
Nem tão mais iludida
É realista
Que dentro dela duas há
que uma ama
que outra odeia
E é esse terceiro olho
que nessas duas pessoas
começa a reinar
Ou pelo menos reconhecer
(querer)
que a esperança é um abrigo
E sem o escudo do orgulho,
pedestal da opinião,
tenta a menina relaxar
E mesmo com a verdade
Criar o interesse
E Reviver
terça-feira, 14 de dezembro de 2010
te Facilitando
pr'eu provar essas coisas todas
eu tenho que pôr pra fora
e a comunicação fica inimiga do meu direito braço errado
que sente
mas que daí sobe pra cabeça
e começa a pensar
azedando
imcompletando
e se eu não explicar certinho
com umas riminhas
você
não vai entender,
é capaz que elogie,
e nem note que tudo que eu preciso é ajuda!
quiçá um porre,
e um amor.
eu tenho que pôr pra fora
e a comunicação fica inimiga do meu direito braço errado
que sente
mas que daí sobe pra cabeça
e começa a pensar
azedando
imcompletando
e se eu não explicar certinho
com umas riminhas
você
não vai entender,
é capaz que elogie,
e nem note que tudo que eu preciso é ajuda!
quiçá um porre,
e um amor.
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