Existem 3 fases da ignorância: Não saber que não sabe. Saber que não sabe. Não saber que sabe. Qual a sua?

domingo, 24 de abril de 2011

Doeu

Ontem
Eu voltava nos escritos
E rememorava cada
Situação
Que inspirou

Hoje
Vejo todos como se apenas um
E consigo saber só de uma
Sensação
Que matou

quinta-feira, 21 de abril de 2011

Abril despedaçado

Você pode achar simples
Ou só divertimento textual meu
Mas, meu
Meu abriu
Me abril

E aqui tentei escrever as palavras
Palavrinhas
Quase como meus pensamentos
- Ou são eles quem o fazem?

Talvez esse meu poema fosse melhor
se eu tivesse parado ali, no décimo verso

Talvez essa minha vida fosse melhor
se eu tivesse parado lá, no primeiro verso

quarta-feira, 20 de abril de 2011

Que não tenho

já tempo nem mais tenho
tenho mais
nem de ter medo

e o tempo que tenho
é para escrever
do que não tenho

terça-feira, 12 de abril de 2011

domingo, 3 de abril de 2011

Ela

Devem, os senhores, ser sabidos daquela sensação de vida nova que grande parte das pessoas tem com uma segunda-feira inspirada, um começo de mês, um novo corte de cabelo.

Sem só mais uma dessas tentativas ser, aviso que esse é um real marco, um fato, de uma história que luta para não ficar só na memória... De um intelecto cultural prejudicado com fortes angústias, que faz do pensamento quase natural, e, assim, quase necessário, que valoriza o amor e o crê como vital.

Uma retomada experimental, talvez eterna, é o que dá luz a, quem sabe, uma nova de mim, e, quem sabe, não melhor.

Esse é um comunicado que ficará pregado na parede de vossas lembranças, para consultarem quando se perguntarem o motivo da falta de reconhecimento do meu eu, quiçá que permanecerá sozinho, mas que não mais procurará seus gêmeos da crédula e esperançosa forma que até hoje o fez.

Suzana Schulhan Lopes

- Duvido! - Ele disse.

sexta-feira, 1 de abril de 2011

eu e o mês

sempre as mês
más coisas