e como os pássaros
(aqueles lá daquele poema)
e como as borboletas
e comendo
eles voando vão
dentro do estômago, alma
cabeça
coração
meus
o casto tempo
que me tento
que se faça honesto impoluto
seus
que indignos de parabéns
que honrosos ao alheamento
que quase um probo esquecimento
deus
1 comentários:
Quisera eu este poema fosse feito pra mim, na verdade fora, é. Porque assim quis e ainda ando querendo.
05 de maio, quinta-feira, data marcada, 21 anos, 21 inúteis anos para humanidade, desconexos 21 anos completados, e o poema me bate a porta um dia antes, sem pensar abro, deixo entrar, me surpreendo, festa presente surpresa, sorrio apenas.
Suzana, obrigado pelo poema que me invade.
Lembranças a PG e Araucárias voltadas ao céu.
deus
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