Existem 3 fases da ignorância: Não saber que não sabe. Saber que não sabe. Não saber que sabe. Qual a sua?

quarta-feira, 21 de maio de 2014

(des)Maio

É bom cumprir os padrões, é correto. É seguro moralmente. Mas é tão simples desconstruí-los, pois eles se entregam facilmente. 
Questionáveis, rasos, ocidentais.
É quase ir contra a História quando se vai contra os padrões (muito embora já seja fato social a revolta e a revolução). 
A cidade, o urbano. E quando uma construção social ganha de outra? É inútil lutar por ela, afinal, também é só um contexto, um recorte espaço-temporal?
E quando, porém, enroscamo-nos em padrões afetivos? 
Se consigo enxergar o nadismo sem sentido dos padrões que afogam tudo, não há motivos de me privar em escrever. É chocante para quem não enxerga isto. para quem acha que esse nada é o tudo. Não é um vazio total que existe na existência. eu resisto apaixonada, esperançosa com e pelo mundo, pelo Outro, pelo Público. Não vai ser possível ser feliz, é injusto demais com aqueles que não podem ser, mas ser verdadeiro é mais importante.

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